segunda-feira, 5 de agosto de 2013

ARBITRAGEM AMADORA NA SÉRIE B

A saída do G4 comento no próximo post, hoje sou obrigado a falar sobre a péssima, horrorosa, lastimável atuação de Ronan Marques da Rosa em mais um jogo do Figueirense. Sim, mais um jogo do Figueirense. Ou você já esqueceu daquele gol validado do Avaí no clássico do returno do Catarinense deste ano? 
Depois de um primeiro tempo ruim do Figueirense, onde a equipe comandada por Adilson Batista priorizou a marcação e não deixou o Joinville ser objetivo, após o intervalo, com a entrada de Ricardinho, o time ganhou outra postura. Saiu atrás do marcador, mas logo em seguida, empatou o jogo com Tchô. A virada era questão de tempo, pelo volume de jogo e aplicação ofensiva do alvinegro, com a entrada de Ricardinho. Mas em um lance normal dentro da área do alvinegro, ele, Ronan Marques não perdeu a oportunidade de fazer M, e marcou penalidade máxima de Douglas Marques sobre o jogador do Jec. A marcação irregular gerou descontentamento de todos os jogadores do Figueirense que estavam em campo e fizeram pressão, mas nada adiantou. Ah, se já não bastasse a "M" da marcação, o árbitro expulsou o melhor jogador do alvinegro na partida até então, Ricardinho.
Após a cobrança convertida pelo tricolor e com um jogador a menos o Figueirense se desestabilizou em campo, levou o terceiro e por vontade do árbitro, quase tomou o quarto gol, em outra penalidade que não existiu marcada pelo incompetente Ronan Marques e defendida por Tiago Volpi.
Ou seja, arbitragem duvidosa, derrota com duas penalidades inexistentes marcadas, dois jogadores expulsos, um volante titular levando o terceiro cartão amarelo e um espetinho de frango "arremessado em campo pelo torcedor alvinegro" relatado em súmula.
Ronan Marques da Rosa, marque bem esse nome torcedor alvinegro.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

PIKACHU E BISPO APRONTARAM

É, a sina continua, não tem jeito do Figueirense vencer o Paysandu em Belém do Pará. Tinha chances, mas as chances foram por água abaixo quando Adilson Batista optou em iniciar a partida com Rafael Costa e Ricardinho no banco de reservas. Marcelo Toscano iniciou como titular ao lado de Ricardo Bueno, este, muito marcado, dificultando as coisas para o alvinegro.
Tchô foi a novidade na Curuzu, fez um bom jogo, marcou o gol do Figueira na etapa inicial, mas foi sacado no decorrer da segunda etapa para a entrada de Rafael Costa. Com o elevado índice de CK, jogadores poupados e o time da casa com Pikachu na direita, Diego Bispo na zaga e Nicácio no ataque, o "Papão" sem qualidade nenhuma conseguiu jogar no erro do alvinegro e o Figueirense saiu de campo derrotado.
Sem tempo para lamentações, para subir e dar confiança aos jogadores e tranquilidade para a torcida, o Figueirense precisa de uma boa sequência de resultados. Parar de empatar, vencer, perder, empatar, perder. Próximo sábado (03) precisa vencer o Joinville na Arena Joinville, caso contrário sai do G4.

domingo, 28 de julho de 2013

NO G4, FIGUEIRA SEGUE "PRESSIONADO"

O alvinegro do Estreito após a vitória sobre o São Caetano pelo placar de 3 a 1 na noite do último sábado (27) no Orlando Scarpelli, voltou a figurar no grupo mais cobiçado da Série B do Brasileiro, o G4. A partida diante da equipe do ABC Paulista não foi muito fácil, jogo típico de Série B, difícil, brigado e muito disputado. 
Falar aqui que a equipe comandada pelo técnico Adilson Batista está evoluindo a cada jogo e que vem mantendo uma regularidade dentro da competição, é chover no molhado, mas ha quem prefira "pressionar" o Figueirense, em especial o seu treinador. Dez jogos disputados, 6 vitórias conquistadas, 1 empate e 3 derrotas. 22 gols marcados, 16 sofridos com um saldo positivo de 6. Mesmo assim, parte da imprensa de Florianópolis opta em criticar uma equipe que no atual momento está atingindo o objetivo, estar no G4 da competição.
Depois de dois jogos muito difíceis com gramado pesado em um curto espaço de tempo (Palmeiras e Botafogo), Adilson precisou modificar o time que enfrentou e venceu o São Caetano. Ricardo Bueno e Wellington Saci deixaram a equipe, e deram lugar ao jovem Henrique Miranda e ao meia Rodrigo. As mudanças se fizeram necessárias por conta do alto índice de CK (creatinofosfoquinase), nos atletas que "saíram" do time.
Série B não é uma competição de tiro curto, o time precisa ter grupo, para chegar forte até a última rodada. A torcida entende as ações tomadas, os que pressionam o técnico do Figueirense também entendem, mas optam em querer tumultuar o trabalho do treinador Adilson Batista, que junto com Gilmar Dal Pozzo, continua firme e forte em seu cargo. Ao contrário da realidade de outras agremiações, que não param de redigir contratos de treinadores. Aliás, falar mal da atual situação do Figueirense é algo inacreditável, quando os mesmos, sobre outro time, mantém a tranquilidade, confiantes em uma recuperação, que logo logo vai acontecer.
Com tudo, volta a dizer, não temos o melhor meio-campo do Brasil, mas com a união de todo o grupo alvinegro, o acesso é possível. Força Furacão!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

EVOLUÇÃO ALVINEGRA

É notório a evolução da equipe alvinegra comandada pelo técnico Adilson Batista. Desde a parada na Copa das Confederações, o Figueirense vem crescendo de rendimento. Se a vitória não veio nos jogos diante de Botafogo em Volta Redonda e Palmeiras no Scarpelli, por outro lado veio a esperança de que o futuro pode ser muito promissor para o Furacão do Estreito. 
Um time com a defesa mais consistente, zaga e goleiro se entendendo. Laterais apoiando mais e um meio-campo bravo, marcando muito e criando também, como fez Rodrigo no jogo de volta diante do Botafogo. Lá na frente Rafael Costa e Ricardo Bueno mantém uma regularidade incrível, a cada jogo, gols são marcados, e com os gols, a  Série A do Brasileiro fica cada vez mais próxima. 
Na Copa do Brasil a classificação não veio, mas os torcedores aplaudiram de pé a determinação e a garra com que os guerreiros do Scarpelli encararam a equipe comandada por Seedorf. Verdade seja dita, os cariocas não conseguiram criar, e André Rocha atuando como volante, foi o responsável pela inoperância do meio-campo carioca.
Pela Copa do Brasil foram 5 jogos; 3 vitórias (Desportiva/Arapongas/Botafogo), 1 empate (Arapongas) e 1 derrota (Boatafogo). Para a sequência da equipe, é preciso deixar para traz a Copa do Brasil e se concentrar na Série B do Brasileiro, competição está que o Figueirense vem bem, mesmo estando fora do G4 e ter perdido em casa na última rodada. 
Mesmo com a pegação de pé indevida por parte da imprensa, e a insatisfação de parte da torcida com, sabemos que temos condições de conquistar o acesso este ano. Basta a torcida voltar ao Scarpelli, deixando a descontentamento por A ou B de lado, e de uma vez por todas, pegar junto com o técnico Adilson Batista e empurrar os jogadores para as vitórias. 
Não temos o melhor meio-campo do Brasil, mas o acesso é possível. Venha ao Scarpelli, força Furacão!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

COPA DO BRASIL

O grupo do Figueirense se reapresentou na manhã desta segunda (22) no CFT do Cambirela visando o confronto diante do Botafogo pela Copa do Brasil. Depois de um grande jogo contra o Palmeiras, válido pela Série B, o Furacão, mesmo com a derrota (2x3), ganha confiança para reverter o resultado da primeira partida, 1 a 0 para o Botafogo em Volta Redonda-RJ.  
Para este confronto, o técnico Adilson Batista não poderá contar com o zagueiro Douglas Silva, e com os volantes Ronaldo Tres e Luan, todos entregues ao DM.
Lembrando que para este confronto, o Figueirense precisa vencer o adversário por uma diferença de dois gols, caso vença no tempo normal por um a zero, a decisão a próxima fase será na cobrança de penalidades.
Dureza!

RICARDO NO ICASA

Com contrato até 2015, o goleiro Ricardo deixa o alvinegro e assina com o Icasa até o fim da temporada 2013. O empréstimo foi firmado na manhã desta segunda (22), e Ricardo que foi o goleiro titular do Furacão até a pausa da Copa das Confederações deverá enfrentar a sua ex-equipe na sequência da Série B do Brasileiro.
O Blog do Israel deseja uma boa sorte ao goleiro Ricardo, agora, em Juazeiro do Norte-CE.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

BOA BUENO!

Jogo de Série B é assim mesmo, truncado, pegado, com o visitante retrancado e tentando algo nas bolas paradas. E foi o que aconteceu com a equipe do Boa, as únicas chances, eram com o veterano Marcelinho Paraíba nas bolas paradas. 
O Figueira como de costume tinha Ricardinho, um dos jogadores mais importantes do Furacão, com velocidade e qualidade, o atacante alvinegro sempre criava as jogadas para o seu companheiro Rafael Costa. E foi com ele, Rafa Costa, na segunda etapa que o Figueirense abriu o placar. O segundo gol era questão de tempo, e o estreante da noite, Ricardo Bueno mostrou que tem estrela, entrou e marcou dois, o segundo e o terceiro gol do Figueirense sobre o Boa.
O jogo não foi uma maravilha, mas na Série B o que importa são os três pontos, ao contrário do que muitos entendidos acham, optam em jogar "bonito" do que fazer o resultado. Aliás, quem fez bonito no jogo foi a defesa alvinegra, que pela primeira vez na Série B do Brasileiro, não sofreu gols.

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